Rite Aid
Reconhecimento facial em lojas para prevenir furtos
FTC anunciou proibição de reconhecimento facial pela Rite Aid por cinco anos após milhares de identificações falsas
Problema
A Rite Aid queria reduzir perdas com furtos em lojas e ações de grupos organizados. Buscava alertar os funcionários quando alguém que considerasse propenso a furtar entrasse em uma loja.
Abordagem
Segundo a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), a Rite Aid usou reconhecimento facial em centenas de lojas de 2012 a 2020, comparando clientes com dezenas de milhares de imagens de câmeras de segurança, celulares de funcionários e reportagens, muitas delas de baixa qualidade. Milhares de identificações falsas levaram funcionários a seguir, revistar e acusar publicamente clientes. As identificações falsas eram mais frequentes em lojas de regiões onde moradores negros ou asiáticos constituíam o maior grupo populacional. Em dezembro de 2023, a FTC anunciou um acordo que proibia a vigilância por reconhecimento facial por cinco anos e exigia a exclusão das imagens e dos modelos construídos a partir delas.
Números principais
Lição
Os funcionários agiram com base em identificações falsas de um banco de dados que continha muitas fotos de baixa qualidade. A FTC também apontou deficiências nos testes, no monitoramento e no treinamento dos funcionários.
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Fontes
Resumos das fontes
A FTC anunciou um acordo que proibia a Rite Aid de usar reconhecimento facial para vigilância por cinco anos. Alegou que a rede usou dezenas de milhares de imagens, muitas vezes de baixa qualidade, em centenas de lojas de 2012 a 2020, gerando milhares de identificações falsas. Essas identificações eram mais frequentes em regiões onde moradores negros ou asiáticos constituíam o maior grupo populacional. O acordo exigia a exclusão das imagens e dos algoritmos derivados, a notificação dos consumidores e avaliações independentes.
Os detalhes completos estão disponíveis nas fontes originais.